Governo quer reduzir impacto da dor crónica na população dos açores

Dor crónica afeta 35 por centos dos açorianos

De acordo com a Direção Regional de Saúde dos Açores, dando cumprimento às estratégias do Plano Regional de Saúde 2014-2016 e com o apoio da Fundação Grünenthal, vão realizar-se três cursos de gestão da dor crónica, dirigidos a profissionais de saúde do arquipélago.

De acordo com a Direção Regional de Saúde dos Açores, dando cumprimento às estratégias do Plano Regional de Saúde 2014-2016 e com o apoio da Fundação Grünenthal, vão realizar-se três cursos de gestão da dor crónica, dirigidos a profissionais de saúde do arquipélago.

A primeira iniciativa vai decorrer, no dia 9 de abril, no Hospital do Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada. No dia 20 de abril, a formação terá lugar no Hospital da Horta na ilha do Faial, e no dia 21 de abril no Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira.

“A aposta na formação dos nossos profissionais de saúde tem sido uma prioridade do Governo, desde 2009, de forma a colmatar o impacto negativo da dor crónica, que afeta mais de 35 por cento dos açorianos. Ao combater este flagelo, melhorando o diagnóstico precoce e o tratamento atempado, estamos a contribuir para aumentar a produtividade da nossa população e para diminuir o absentismo relacionado com a dor crónica, ao mesmo tempo que há uma melhoria da qualidade de vida”, explica Maria Teresa Flor de Lima, Coordenadora do Programa Regional de Controlo da Dor.

Entre 2009 e 2013 foram realizados vários cursos sobre gestão da dor crónica nos 3 hospitais e em 15 centros de saúde da região. Nos próximos anos, a formação continuará a fazer parte do plano de atuação do Programa Regional de Controlo da Dor.

A dor crónica é uma situação de dor persistente e se não for adequadamente tratada, pode conduzir a um impacto socioeconómico grave, afetando a qualidade de vida dos doentes e famílias, sendo de salientar os avultados custos diretos e indiretos ao Sistema Regional de Saúde, por exemplo em termos de dias de baixa ou ausência laboral, reformas antecipadas, consumo exagerado de consultas, de serviços de urgência e de exames complementares de diagnóstico. Estima-se que a dor crónica afete cerca de 35 por cento dos açorianos, segundo um estudo a nível nacional, efetuado pela Faculdade de Medicina do Porto.


Informações adicionais:

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ligado:  07 Abr 2015

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